Categoria Hardware - Velocidade de impressoras fotográficas também vale para o dia-a-dia

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Apesar de “revelarem” foto sem a necessidade do PC, os modelos de impressora testados pelo UOL Tecnologia são direcionados para o usuário doméstico, e a velocidade de impressão também é um ponto importante.

Para texto em preto e branco, a Canon i4220 pode imprimir até 29 ppm (páginas por minuto), enquanto a HP 6980 imprime até 36 ppm, e a Epson R270 chega a 30 ppm. É importante lembrar que estes resultados foram conseguidos com uma página de texto em preto e branco, sem negrito e no modo normal. Repetimos o teste três vezes e tiramos uma média dos resultados.

Para impressão com texto em cores, a velocidade cai para 19 ppm para a Canon, 30 ppm para a Epson e 27 ppm para a HP. No caso das fotos, a velocidade varia muito, pois depende do tamanho da imagem e da resolução escolhida para a impressão. A fotos impressas pelo sistema PictBridge levaram menos de 1 minuto, pois foram tiradas com resolução de 2 megapixels.

As cores são controladas por tecnologias específicas de cada fabricante. A Epson utiliza o Print Image Matching, que procura fazer com que a imagem seja reproduzida com todas nuances necessárias, levando-se em conta as características da foto e o tipo do papel a ser utilizado. A Canon desenvolveu o FINE (Full-photolithography Inkjet Nozzle Engineering) para um controle preciso da quantidade de tinta necessária para chegar ao resultado final da impressão. Ela leva em conta também as características da imagem e o tipo de papel. O mesmo processo de características de imagem e papel é utilizado pela a HP por meio do sistema proprietário da empresa.

Autor/fonte: Marcelo Ayres

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Categoria Hardware - Dicas para comprar um notebook zerinho

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Em 2007 serão vendidos 1 milhão de notebooks, segundo estimativas da Intel. Se você pretende trocar seu computador pessoal por um laptop ou se vai investir na aquisição de um notebook como seu primeiro micro, é importante ficar atento a algumas dicas.

“Apesar de não ser tarefa das mais difíceis, alguns cuidados precisam ser tomados para que o usuário não acabe com um produto demasiadamente barato, mas que não atenda às suas necessidades”, diz o gerente de Vendas e Marketing da SND, Marcelo Soares.

A primeira sugestão é definir qual finalidade você dará à sua nova máquina. Se for para trabalho, 512MB são mais que suficientes para acessar o Word e Excel. A autonomia da bateria é outro fator que deve ser levado em conta, pois ninguém quer que a energia se esgote antes de acabar a viagem ou a meio de uma apresentação. O tamanho também pesa na decisão. Um modelo de porte reduzido significa que o usuário conseguirá facilmente levá-lo para qualquer lugar.

Se o intuito é usar o laptop para ver filmes, por exemplo, é preciso ter uma tela de, no mínimo, 14 polegadas. Já para games, o indicado é investir em uma máquina parruda, com pelo menos 80GB de memória RAM.

Confira dicas sobre componentes em geral:

. Processadores: é melhor escolher modelos que oferecem baixo consumo e boa dissipação energética, concebidos para prolongar a autonomia da bateria sem sacrificar a velocidade do processador;

. Memória RAM: A quantidade de memória está diretamente relacionada à utilidade que o usuário dará à máquina. A maior parte dos novos portáteis vem equipada com 512Mb, capacidade mínima se você quer fazer mais do que apenas escrever no Word;

. Disco rígido: Considere um disco de 40Gb como um tamanho mínimo. Capacidades de disco maiores, como 60Gb ou 80GB podem garantir o lugar de todas as suas músicas e vídeos baixados na internet;

. Garantia e serviço: O suporte pós-venda varia normalmente entre um e três anos, embora o mínimo de garantia deva incluir 12 meses. Vale a pena verificar qual é o serviço que vai obter.

Autor/fonte: UOL

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Categoria Hardware - Entenda a tecnologia de transmissão de dados do HD antes de fazer o upgrade

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Antes de comprar um novo disco rígido para fazer aquele sonhado upgrade na capacidade de armazenamento de seu micro é preciso investigar siglas como IDE ou PATA e SATA.

Elas definem a tecnologia de transferência de dados entre o HD e a placa-mãe da máquina. E, o mais importante, seu novo disco interno precisa ser compatível com uma delas, ou nada feito.

Há pouco mais de cinco anos, fornecedores de componentes e software preocupados em melhorar a performance do micro buscaram meios de aumentar a taxa de transferência de bytes trocada entre o HD e a placa-mãe, que, até então chegava a um máximo de 133 Megabytes por segundo.

Na época, o padrão de mercado era a tecnologia IDE (Integrate Drive Electronics) mais conhecida como PATA (Parallel Advanced Technology Attachment). Ela consiste na transmissão de Bytes do disco para a placa-mãe por meio de um cabo com uma média de 40 a 80 fios paralelos - cada byte é transmitido por um fio ao conector correspondente.

“Fisicamente, o cabo largo e comprido, busca se acomodar entre os componentes do PC, o que pode dificultar a ventilação interna e a montagem da máquina”, explica Carlos G. Valero, engenheiro de aplicações da Seagate no Mercosul.

O grande entrave da tecnologia, no entanto, está na qualidade da transferência de dados atrelada ao volume de ruídos por sinal. Além do formato de transmissão paralelo, o tipo de cabo PATA pode ser mais sensível a ruídos geralmente causados pelo campo magnético formado internamente entre os componentes do micro.

“Na maioria dos casos, atingir uma taxa de transferência superior a 100 MB/s entre o HD e a placa-mãe implicava no aumento do número de ruídos por sinal, o que comprometia a performance de todo o sistema”, explica Valero.

Hoje, cerca de 40% dos novos computadores vendidos no Brasil possuem HDs PATA, barateando o valor da máquina ao consumidor. O formato não é impeditivo para a compra do PC, esclarece o especialista, mas deve ser observado se o usuário for adquirir um novo HD interno para ampliar a capacidade de armazenamento da máquina.

Outra dica importante, para quem vai comprar um micro, é verificar se a placa-mãe possui dois conectores IDE ou PATA, no lugar de um. “Com dois conectores, o primário será dedicado ao HD e o secundário a discos ópticos, garantindo a performance dos leitores e gravadores de CDs e DVDs”, lembra o engenheiro.

Serial ATA

Substituindo a transferência de dados em paralelo pela transmissão em série, a tecnologia SATA (Serial Advanced Technology Attachment) não só ganhou seu espaço no mercado, oferecendo taxas mais altas de troca de dados com a motherboard (150 Megabytes por segundo), como liberou a área interna do micro.

Além de um sistema de blindagem mais adequado para evitar ruídos, tanto o cabo como o conector SATA são bem mais compactos do que os do padrão PATA, e podem ser mais extensos, se necessário.

O SATA já chegou à segunda geração, o SATA 2, que oferece taxa de transferência de 300 Megabytes por segundo e deve chegar aos 600 MB/s ainda este ano (SATA-600).

“A tecnologia oferece vantagens como permitir que o PC trabalhe com temperaturas maiores sem apresentar problemas e facilidade de upgrade para periféricos como leitores ópticos e soluções de armazenamento de dados”, ressalta o especialista. Normalmente, as placas-mãe atuais possuem quatro conectores SATA, o que permite a conexão de cabos dedicados para mais de um HD, além do drive óptico, por exemplo.

HD interno ou externo

A verificação dos padrões IDE (PATA) ou SATA é importante na escolha de um novo PC e no momento de optar pela instalação de um ou mais discos-rígidos internamente.

Para quem quer fazer o upgrade de forma mais econômica, a primeira opção é abrir o micro para instalar um HD interno. Segundo Valero, a tarefa não é tão difícil como se imagina. A própria Seagate, por exemplo, oferece um kit com o HD e um manual de instalação para Windows. “Às vezes o sistema operacional (OS) não está preparado para a instalação de um HD de determinada capacidade. Neste caso, o kit inclui um software com um driver adequado”, explica o executivo.

Além de aumentar a capacidade de armazenamento, a instalação de um novo HD permite tem a função de facilitar o backup de dados no micro. “O usuário pode particionar os dados mantendo OS e os softwares em um disco e os arquivos em outro, no qual fará o backup”, informa.

O usuário que não deseja fazer uma viagem ao fundo do micro e pode gastar mais para ter uma solução móvel de armazenamento, incluindo sistema de backup, está no caminho dos HDs externos. “Hoje é possível encontrar no mercado brasileiro discos externos de 160 a 750 Gigabytes”, afirma Valero.

A presença da tecnologia SATA nos HDs externos gerou a categoria E-SATA (External SATA), que possuem a mesma ‘inteligência’ da tecnologia SATA, com a vantagem da mobilidade. Antes de carregar seu HD externo para casa, é importante ficar de olho, além da capacidade de armazenamento, na interface de conexão com o micro - USB (Universal Serial Bus) 1.1 com taxa de transferência de 12 Megabits por segundo (Mbps), USB 2.0 (480 Mbps) ou FireWire (400 Mbps), mais comum na linha Macintosh.

Na ponta do lápis, um disco rígido SATA, da Seagate, com capacidade de 500 Gigabytes (GB) tem preço sugerido de 1.000 reais. Já a versão externa de mesma capacidade sai por 1.500 reais.

Entre as opções de HDs mais baratos, o modelo interno IDE (PATA) da Western Digital com 40 Gigabytes sai por 93,75 dólares (cerca de 200 reais na cotação do dia). Já um HD externo da marca pode custar a partir de 229,17 dólares (490 reais) para um modelo de 80GB com conexão USB, a 504,96 dólares (1.081 reais) para o modelo externo de 500 GB, com conexões USB e FireWire.

Onde encontrar:
. Seagate;
. Western Digital.

Autor/fonte: Daniela Braun editora do IDG Now!

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