GNU/Linux - A reputação do Linux pós PC Popular

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De acordo com o IDG Now!, 73% dos compradores do PC popular trocam Linux pelo Windows. Por que isso está ocorrendo? Será que realmente o Windows é o melhor sistema?

Quando fiquei sabendo do projeto PC Conectado, já imaginava que haveria duas conseqüências possíveis: Ou o Linux emplaca de vez nos desktops brasileiros e a concorrência entre sistemas operacionais aumenta, ou a fama do Linux será queimada entre os usuários domésticos. Parece que o segundo caminho está vencendo.

A verdade é que o Linux é a grande vítima nisso tudo, ele está sendo empregado comercialmente como um chinês que tivesse que dar um discurso no Brasil sem falar nenhuma palavra em português (e sem a ajuda de intérpretes). Alguns fatores estão “travando” a adaptação do usuário leigo com o Linux, fatores como xiitas (os radicais do código aberto), o próprio governo e as empresas envolvidas no projeto.

Os xiitas

Todo usuário Linux (com a exceção de alguns) passam pela fase xiita, aquela em que achamos que o Linux vai curar de forma milagrosa todas as moléstias da sociedade humana (e animal), mas isso dura só alguns meses em geral (comigo também foi assim), mas tem certos caras que não saem nunca dessa fase, e o pior, eles são os maiores nomes do Linux no mundo e ficam propagando veneno. Essa figura natalina aqui, por exemplo: O John “Maddog” Hall, presidente da Linux International, realmente eu acho esse cara fantástico (sem sarcasmo), ele realmente fez e ainda faz muito pelo Linux e pelo software livre, mas certas coisas que ele defende, acabam atrapalhando a popularização e a aceitação do Linux, por exemplo, o fato de ele achar que todas as empresas de hardware devem revelar o código de seus drivers, num mundo de brigas acirradas como Nvidia versus ATI, não dá pra exigir uma coisa dessas e as empresas acabam não levando o Linux a sério. Na verdade, nós nerds usuários de Linux nos deixamos levar pelas ideologias, ao passo que os usuários estão cag…, errr, defecando para elas.

O governo

O governo é o principal culpado. Implantou o projeto sem nenhum planejamento decente, o governo deveria consultar a comunidade de pessoas que convivem com o Linux para que fosse escolhida uma distribuição padrão, imagine a situação, um cara que comprou um PC da Itautec e outro que comprou um da CCE, um vai usar Librix e outro vai usar Insigne Linux. Mas se estes dois caras não tivessem escolhido pelo PC popular o da Itaucec viria com Windows XP e o da CCE também. Moral da história, os usuários do PC popular acabam ficando isolados pelas suas próprias distribuições, o governo não entendeu que Linux já tem distribuições sobrando e usuários faltando, e as empresas acabam instalando as distribuições que bem entendem (algumas bem ruins por sinal). Como estes dois usuários se ajudariam em determinado problema se suas distribuições fornecem recursos diferentes, via linha de comando? Acho que não.

Nosso presidente, ou seja lá quem for responsável por isso, não se preocupou em firmar parceria com alguma empresa de periféricos (falo de impressoras, scanners…), para disponibilizar um mísero binário para que os hardwares funcionassem sem a necessidade de um “$configure, #make&&make install”. Não dá pra negar que o governo tem poder para isso. Instalar uma impressora no Linux é uma droga, isso se você conseguir um driver, principalmente se ela for de um modelo novo.

Dessa forma, o governo só confirma a idéia de que tudo que ele oferece tem uma qualidade inferior ou duvidosa. Com as casas populares, postos de saúde, escolas e preservativos já é assim, o PC popular está trilhando o mesmo caminho…

As empresas

As empresas também não se esforçam muito para que o projeto vingue, a impressão que fica é elas preferem que o usuário use o Windows mesmo, algumas deixam até uma partição esperando por ele ou indicam um técnico logo na hora da compra para fazer a troca. As grandes empresas não fazem essas práticas, mas em vez de cada uma olhar pro seu umbigo e criar a própria distribuição deveriam unir os programadores que contrataram, criar um consórcio e usar uma única distribuição, é melhor para os usuários e mais lucrativo para as empresas.

Enfim, podemos dizer que o computador para todos não está dando certo, o Windows acaba “comendo” parte desse bolo (73% dele), a maioria dos consumidores, que nunca ouviram falar de Linux, acabam o conhecendo como o “sistema ruizinho” ou “sistema complexo demais”, e nós sabemos que não é bem assim. Deixo aqui meus parabéns aos 27% que não fizeram a troca. Ainda há tempo para melhorar, é só uma questão de organização, empenho e bom senso.

Autor/fonte: Hevanderson

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GNU/Linux - Descobrindo suporte à virtualização por hardware pelo Linux

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Se você quer saber se é um feliz usuário dos processadores com suporte a virtualização tanto da Intel (VT) como da AMD (Pacífica), pode fazer o teste para identificar se tem a flag vmx nos processadores da Intel ou a flag svm.

Se estiver com um Intel:

# grep vmx /proc/cpuinfo
flags : fpu tsc msr pae mce cx8 apic mtrr mca cmov pat pse36 clflush dts acpi mmx fxsr sse sse2 ss ht tm syscall nx lm constant_tsc pni monitor ds_cpl vmx est tm2 cx16 xtpr lahf_lm

Se for AMD:

# grep svm /proc/cpuinfo

Autor/fonte: fernando.ike

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GNU/Linux - Certificação Alternativa Linux

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Todos sabemos do enorme crescimento no uso do sistema operacional Linux. Grandes e pequenas empresas, órgãos governamentais, e até mesmo usuários domésticos estão adotando o sistema pingüim em seus computadores. Enfim, o Linux veio para ficar e vem sendo cada vez mais utilizado em todo o mundo.

Como não poderia deixar de ser, estão disponíveis algumas Certificações voltadas para os profissionais que trabalham com o sistema, como as oferecidas pela LPI, Red Hat, Novell e Conectiva, que seguem o modelo tradicional das demais certificações do mercado. Fugindo a essa regra, a Alternativa Linux, uma empresa 100% nacional, apresenta uma Certificação inovadora em que o exame é realizado através de uma prova prática. Fato que vem fazendo essa certificação ganhar cada vez mais mercado, em grande parte devido ao fato de “formarmos para o mercado de tecnologia e não para distribuição, é o que se chama de VN (Vendor Neutral)”, diz Mauricio Toito, Diretor comercial da Alternativa Linux, que frequentemente organiza palestras e participa de eventos divulgando a Certificação e o método de treinamento oferecidos pela empresa.

De uns tempos para cá, a forma de avaliação (prova teórica) utilizada nas Certificações tradicionais vem sendo criticada, devido à banalização de alguns títulos, já que existem diversos materiais que propiciam ao candidato aprovação em determinada Certificação, sem que o mesmo possua qualquer experiência no assunto. A Alternativa oferece, através de sua Certificação baseada em Linux, um exame totalmente prático, que mostra situações do dia-a-dia e com situações, casos, e problemas independentes de Distribuição do Linux. Uma opção interessante para aqueles que trabalham ou querem trabalhar com Software Livre e Linux.

Segundo Mauricio, a empresa “possui atualmente cerca de 90 universidades parceiras da Alternativa Linux e que estão comprometidas em multiplicar este trabalho. Já treinamos mais de 20.000 alunos em todo país”. Realmente, são números que merecem a nossa atenção, principalmente nesse mercado tão concorrido que é o de treinamento na área de TI. A Alternativa possui 3 treinamentos (ALA - Alternativa Linux Administração, ALP - Alternativa Linux Profissional e ALS - Alternativa Linux Segurança), que não só preparam o profissional para a Certificação, mas principalmente para o mercado de trabalho, habilitando o mesmo a atuar com Administração e segurança de sistemas Linux. Maurício afirma “A profissão de informática não é regulamentada no Brasil. O que vale é a certificação, que é o que diferencia o profissional daquele que exerce sua função de forma empírica.” O conteúdo programático dos cursos podem ser vistos em:

http://www.alternativalinux.com.br/cont_prog.htm#

Os cursos seguem uma metodologia de ensino pela Alternativa, por profissionais que atuam no mercado em sistemas baseados em Linux e software abertos, que já vivenciaram as situações abordadas no ambiente de treinamento. Para realizar um treinamento, o profissional deve procurar os chamados CTA’s (Centro de Treinamento Alternativa), que podem ser encontrados em:

http://www.alternativalinux.com.br/onde_fazer.htm#

Vale citar que muitos dos treinamentos são realizados em parcerias com faculdades, facilitando assim ao universitário uma especialização em Linux. Maiores informações sobre a Alternativa, seus treinamentos e Certificação podem ser tiradas no e-mail comercial@alternativalinux.com.br.

Apesar de alguns afirmarem, não acho que as Certificações estejam banalizadas. Vejo sim, uma desvalorização partindo dos próprios profissionais e uma má utilização dos títulos conquistados. Apesar disso, as Certificações continuam sendo uma ótima forma de avaliação dos profissionais, mostrando que está apto a suportar ou desenvolver determinada solução, e que se trata de um profissional atualizado e antenado com as tendências do mercado. Nesse cenário, as Certificações do tipo Vendor Neutral, como por exemplo, a da Alternativa, por ser independente de produto, e sim baseada e focada na tecnologia em si (Linux), ganham força entre os empregadores e profissionais técnicos.

Autor/fonte: Paulo R. Cardoso

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