Categoria Hardware - Monitores LCD ganham terreno; veja teste de modelos de 19

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Com preços cada vez mais acessíveis, os monitores com tela de cristal líquido (LCD) vêm ganhando espaço entre usuários brasileiros. Ao mesmo tempo, costumam surgir uma série de dúvidas na hora de escolher o equipamento ideal para as suas necessidades — e dentro do seu orçamento. Para ajudar a sanar essas questões, o UOL Tecnologia testou três modelos topo de linha de 19 polegadas, para quem quer fazer um belo upgrade.

Economia de espaço e qualidade de imagem são os fatores de mais relevância para quem busca um equipamento desse tipo.

O P-19, da AG Neovo, tem brilho de 300 cd/m², taxa de contraste de 700:1, tempo de resposta de 3 ms e 16,7 milhões de cores, de acordo com o fabricante. As características estão acima do padrão de mercado, o que significa que o monitor é uma alternativa interessante não só para o uso em casa, mas também no escritório. A tela, de resolução nativa 1280 x 1024 pixels, possui ângulo de visão de 165º na horizontal e 155º, na vertical.

Mas, além do design — vencedor do prêmio iF 2006 —, o monitor também pode ser usado como TV. Para isso, basta conectá-lo a uma TV a cabo com saídas S-Vídeo ou Vídeo Composto (os cabos acompanham o produto). O único problema, nesse caso, está no áudio. Os cabos citados acima não possuem capacidade para transmissão de som. Mas o problema pode ser resolvido com a compra de um cabo de áudio (RCA de 3,5mm), que custa cerca de R$ 10 e é fácil de encontrar.

E por falar em áudio, este é outro recurso que chama a atenção no P-19. Ele traz embutidos um subwoofer e duas caixas acústicas, que reproduzem um som alto e livre de ruídos.

O monitor, topo de linha da AG Neovo, ainda tem como item opcional um sintonizador de TV, que permite ao usuário conectar diversos dispositivos simultaneamente — o preço original do dispositivo é R$ 399, mas para quem adquirir o monitor da AG Neovo, o opcional sai por R$ 199. Com o recurso picture in picture (PIP) , o usuário ainda pode manter uma tela de TV no alto do monitor, por exemplo, enquanto trabalha em outros programas.

Por fim, outro atrativo do P-19 está nas quatro portas USB disponíveis em suas laterais. Elas permitem conectar equipamentos diretamente ao monitor, como câmeras fotográficas, por exemplo. Também em sua lateral estão duas entradas para fone e microfone, que facilitam a utilização desses recursos, além de evitar o emaranhado de fios atrás da tela.

O produto da AG Neovo, distribuído no Brasil e na América do Sul pela Technovision (http://www.technovision.com.br), de Ribeirão Preto (SP), é uma excelente opção para quem pode desembolsar R$ 2.799, preço sugerido pela empresa para o usuário final. A garantia do produto é de três anos.

Base flexível

Outra opção para quem busca um monitor LCD é o SyncMaster 971P, da Samsung. Com brilho de 250 cd/m2, relação de contraste de 1500:1, tempo de resposta de 6 ms e capacidade de 16,7 milhões de cores, o equipamento seguramente saltará aos olhos daqueles que se ligam em design e, especialmente, dos que trabalham com arte e edição de imagens.

É que a tela possui uma base flexível, que lhe permite ser rotacionada e utilizada tanto na posição vertical quanto na horizontal. Além disso, o monitor está disponível nas cores preta e branca. Esta igual à dos equipamentos Macintosh, da Apple — preferência de nove entre cada dez profissionais de design.

Com resolução máxima de 1024 x 1280 pixels, o modelo da Samsung é o que oferece maior ângulo de visão (178º verticais e 178º horizontais) entre os três monitores testados.

O equipamento não traz caixas de som embutidas. Por outro lado, também conta com a facilidade de portas USB em sua lateral e com ferramentas como Magic Bright, pela qual é possível fazer ajustes especiais conforme o uso do monitor — para aplicações de texto, entretenimento e internet —, Magic Tune, que oferece a capacidade de ajustar as funções do monitor digital diretamente pelo mouse, e Magic Speed, que acelera o tempo de resposta do painel em quase três vezes na comparação com os modelos convencionais, entre outras ferramentas. O SyncMaster 971P sai por R$ 2.199, com garantia de um ano (http://www.samsung.com/br).

Widescreen

O terceiro monitor avaliado foi o VA1912wb, da ViewSonic. O modelo, com tela widescreen — resolução 1440 x 900 pixels — é uma boa pedida para aqueles que pretendem usá-lo para fins de entretenimento, como jogos e vídeos. Isso porque esse formato de tela permite maior percepção visual.

Além disso, o equipamento possui baixo tempo de resposta (5 ms), indispensável para essas atividade, brilho de 280 cd/m2 e relação de contraste de 700:1. No entanto, se a idéia é mesmo utilizar o monitor da ViewSonic para disputar games e assistir a filmes, vale a pena investir em um par de caixas acústicas. Embora traga duas embutidas, a qualidade do som é aceitável para o uso diário tradicional —elas substituem tranquilamente as caixas-padrão, mas quando são um pouco mais exigidas, começam a chiar.

Vendido a R$ 2.199 (0800 772-5553), com 4,5 kg, o VA1912wb é o mais leve entre os três produtos testados. O P-19 pesa 7,7 kg e o ViewSonic, 6 kg. Já as dimensões dos monitores são bastante semelhantes: o produto da AG Neovo tem 43,9 cm de largura por 42,1 cm de altura e 18,8 cm de profundidade, enquanto o Samsung mede 42,3 cm (L) x 43,3 cm (A) x 22,8 cm (P) e o ViewSonic, 45 cm (L) x 39 cm (A) x 19,7 cm (P).

Com relação à conectividade, os três aparelhos possuem compatibilidade tanto com a interface DVI quanto com a VGA.

Autor/fonte: Fernanda Ângelo

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Categoria Hardware - Notebooks compactos oferecem boa performance; confira teste

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Notebooks são sonhos de consumo tanto para quem gosta de computadores como para quem não é tão amigo da informática, mas admira máquinas que representam modernidade.

O UOL Tecnologia testou cinco destes modelos: Dell Latitude D 420, HP Compaq Business nc2400, Lenovo 3000 V100, LG LW 20 e Sony Vaio TXN 15BP. A primeira coisa que observamos no teste foi a tela —em todos os modelos, no formato widescreen. Este formato dá uma sensação de mais espaço para trabalhar e permite organizar melhor a área de trabalho. Além disso, também fica mais fácil gerenciar várias janelas abertas.

Os modelos LG, Dell, HP e Lenovo têm telas de 12,1 polegadas e resolução máxima de 1.200 x 800 pixels. O da Sony vem com tela de 11.1 polegadas e resolução máxima de 1.366 x 768 pixels. Aqui LG e Sony oferecem um diferencial para dar mais brilho à tela. O LW20 vem com o recurso Fine Bright, que é como uma camada de vidro que realça a luz emitida pelo monitor e dá mais brilho e cor à sua imagem. No Vaio TXN a mesma função é exercida pelo xBrite. Os outros modelos têm telas de TFT.

Teclado confortável

Os modelos mais antigos de notebooks tinham teclados pequenos, que dificultavam a vida de quem tem mãos grandes na hora de digitar. Mas o design dos modelos atuais praticamente deixou o teclado no mesmo formato dos desktops. Nos equipamentos do nosso teste, mesmo no caso do Vaio, o mais compacto, o teclado é mais confortável que um teclado de mesa.

E já que falamos de medidas, o menor de todos é o Vaio TXN e o maior é o Lenovo. Mesmo assim todos são muito compactos e pesam entrem 1,36 Kg (Dell Latitude D420) e 1,721 Kg (LG LW20). Este é um fato que ajuda na segurança dos proprietários, pois estes aparelhos podem ser carregados até dentro de pastas menores, sem a necessidade de mochilas ou bolsas típicas de notebook, muito visadas pelos assaltantes.

A segurança também está presente na identificação biométrica que equipa os aparelhos da Sony, Lenovo, HP e Dell. Eles vêm com um dispositivo que lê a impressão digital do proprietário e que impede que o computador seja acessado sem identificação.

O design também é destaque. Sony e LG oferecem modelos com um desenho mais moderno, enquanto as outras marcas são mais tradicionais em seus estilos. Todos os modelos vêm com o leitor e gravador de DVD embutidos. Apenas o D420 da Dell vem como opcional externo.

Performance

Apesar de compactos, essas pequenas máquinas agüentam o tranco na hora do trabalho e também possuem recursos multimídia. O processador Intel DUO equipa os modelos nc2400 da HP (U2500 1.2GHz) e o V100 da Lenovo (T2400 1.83GHz). O D420 da Dell (U1300 1.6Ghz) e o Vaio TXN da Sony (ULV 1400 1.2 Ghz) vem com processador Intel Solo. O LW 20 da LG vem com processador Pentium M de 1.7 Ghz.

A memória começa já em 512MB e pode chegar até 2GB para os modelos V100 da Lenovo, D420 da Dell e LW 20 da LG. Já o nc2400 da HP e Vaio TXN vem com 1GB de memória sendo que o último pode chegar até 1.5GB.

Além dos programas de produtividade de escritório como Word, Excel e PowerPoint, utilizamos em nosso teste o Photoshop e o Dreamweaver para saber como os equipamentos reagem com programas gráficos. Todos tiveram boa resposta nesse item.

Para saber se na hora da diversão os notebooks dariam conta, instalamos e jogamos em todos o Fifa 07, que nesta versão vem em DVD. Todos conseguiram rodar, e bem, sem dar pulos ou falhas. Neste item o LW20 e o nc2400 ainda conseguiram rodar o programa em tela cheia. A placa de vídeo em todos os modelos é integrada. Os aparelhos testados vêm com o chipset da Intel Graphics Media Acelerator 950 com memória compartilhada para o vídeo de até 128MB. O LW 20 vem com a mesma placa, só que modelo 900.

Se você vai fazer uma viagem e quer levar um destes notebooks no para assistir um filme no caminho também não terá problemas. Todos os modelos vêm com leitor de DVD e som de qualidade. Durante o teste, o LW 20 e o Vaio TXN apresentaram um som mais claro e equalizado, além de telas mais brilhantes e contraste mais equilibrado. Um ponto interessante do Vaio é o botão de Eject para abrir e fechar a porta do leitor de DVD. No nc2400, da HP, o destaque é para o controle de som —basta deslizar o dedo sobre o painel.

Tipos de conexão

Nesses pequenos notebooks, a rede wireless já é padrão. Além disso, os modelos testados têm leitor de cartão de memória flash, o que facilita muito a vida de quem tem câmera digital, pois não é necessário ligar a máquina para transferir as fotos para o PC, basta inserir o cartão.

Mas nem tudo são flores — vale a pena ficar atento, porque cada aparelho lê um tipo de cartão. O destaque aqui é para o LW20 da LG, que pode ler cartões do tipo SD, MMC, MS, MS Pro e xD. O D420 da Dell e o V100 da Lenovo lêem apenas cartões SD, e o Vaio TXN lê o MS e o MS Pro. Somente o nc2400 da HP não vem com leitor de cartão de memória.

Portas USB e Firewire também fazem parte do padrão dos notebooks do teste. O Vaio TXN, o V100 e o D420 ainda vêm com entrada para cartões PCMCIA.

Autor/fonte: Marcelo Ayres

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Categoria Hardware - Notebook com rede wireless leva trabalho e diversão a qualquer lugar

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Navegar pela internet, controlar a temperatura do ar-condicionado, consultar seus relatórios do escritório, acender as luzes de casa e conferir as imagens das câmeras de segurança são tarefas que há até bem pouco tempo demandariam várias pessoas, em diferentes locais.

Mas com as redes sem fio ou wireless, como são conhecidas, tarefas como essas podem ser feitas de qualquer lugar e por uma única pessoa. Não é à toa que as grandes empresas de tecnologia estão investindo cada vez mais nessa área. A Lucent e a Cisco, fabricantes de equipamentos para conexão em rede, adquiriram pequenas companhias que desenvolvem tecnologia wireless. A Intel, que já há algum tempo fabrica placas de rede e pontos de acesso para a comunicação wireless, incorporou a tecnologia sem fio à sua plataforma Centrino.

Funcionamento e vantagens

Uma rede sem fio funciona com pequenas antenas transmissoras e receptoras de sinal, conectadas entre si, ou por meio de um ponto de acesso, que faz o redirecionamento da comunicação. As antenas ficam instaladas em notebooks, handhelds e também podem ser usadas nos computadores de mesa.

As redes wireless trabalham no padrão de comunicação sem fio Wi-Fi (Wireless Fidelity), e utilizam hoje em dia três diferentes especificações do IEEE (Instituto de Engenheiros Eletrônicos dos Estados Unidos), que faz a certificação de vários padrões de comunicação de rede: 802.11b, 802.11a e 802.11g. Cada um tem suas vantagens e desvantagens

O padrão 802.11b é o mais popular pode atingir taxas de transferência de até 11 Mbps, com um alcance máximo operacional de 100 metros em ambiente fechado e 180 metros em uma área aberta. A distância do ponto de acesso determina diretamente a velocidade da conexão. Pode sofrer influências de telefones sem fio e fornos microondas em algumas ocasiões.

Já o padrão 802.11a é mais rápido, porém os equipamentos que utilizam este padrão são normalmente mais caros. Sua velocidade máxima é de até 54 Mbps, porém seu alcance é menor, sofrendo redução nas taxas de transferência em distâncias superiores a 30 metros. Os produtos que utilizam este padrão trabalham na freqüência de 5.4GHz, que significa mais confiabilidade, especialmente se existirem outras redes sem fio na mesma área.

O mais novo padrão 802.11g combina os conceitos das outras especificações em um só. O 802.11g atinge taxas de transferência do padrão 802.11a e é completamente compatível com as rede 802.11b existentes. É ligeiramente mais barato que a tecnologia 802.11a, mas ainda usa a faixa de 2.4 GHz. É uma ponte entre 802.11a e b, ao mesmo tempo em que fornece uma versão aperfeiçoada para uma rede “b” existente. O alcance é o mesmo que 802.11b.

No café, almoço e até no avião

As redes sem fio permitiram a criação do hot spot, um sistema composto de uma antena com um ponto de acesso e a conexão de banda larga à internet. Ele está disponível em aeroportos, hotéis e cafés. A Pointer Networks, por exemplo, oferece acesso wireless nos principais aeroportos do país.

Quem quer aproveitar a hora do cafezinho para conferir e-mails e projetos no próprio computador também conta com hot spots em vários cafés e restaurantes. Em São Paulo, a rede de lojas do Fran’s Café foi a primeira a oferecer o acesso.

A comunicação sem fio já está disponível até nos aviões. A Lufthansa foi a primeira a colocar em funcionamento o acesso sem fio nos vôos. Por enquanto, somente os notebooks fornecidos pela companhia podem utilizar a rede. A empresa espera em breve conseguir, no Departamento de Aviação Civil, a liberação para o acesso de qualquer notebook que utilize o padrão Wi-Fi.

Autor/fonte: Marcelo Ayres

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