Categoria Rede - Ligando dois micros pela porta da impressora

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Com certeza você já ouviu falar da possibilidade de interligar dois micros através da porta da impressora, usando um cabo especial. Esta ligação permite compartilhar e transferir arquivos de um micro para o outro com uma velocidade razoável, e é bem fácil de se fazer.

Em primeiro lugar, você vai precisar de um cabo Lap-Link. Você consegue este cabo em algumas lojas de informática, custa cerca de 12 reais, mais ou menos, o mesmo preço de um cabo de impressora comum.

De posse do cabo, você deverá abrir o ícone redes do painel de controle, e instalar o “Compartilhamento de arquivos e impressoras para redes Microsoft” e o protocolo IPX-SPX. Faça isso nos dois micros. Em seguida, ainda na janela de configuração da rede, marque a opção “desejo que outros usuários tenham acessos a meus arquivos” nas propriedades do compartilhamento de arquivos.

Terminando, compartilhe os arquivos que você deseja que o segundo micro tenha acesso. Para isto, basta clicar com o botão direito do mouse sobre a pasta ou unidade de disco a ser compartilhada e clicar em “Compartilhamento”.

Depois de tudo pronto, basta ligar os dois micros via cabo, e utilizar o utilitário de ligação direta via cabo do Windows, que está no menu iniciar, programas, acessórios, comunicações. Você deve fazer isso nos dois micros ao mesmo tempo.

Configure o micro que irá fornecer os arquivos como servidor e o que irá acessar como convidado (guest). Quando solicitado, informe que será usada a porta LPT1 e voilà, estamos conectados. Agora é só transferir ou acessar os arquivos que desejar apartir do micro guest. Você também poderá acessar o CD-Rom ou até mesmo a impressora caso os tenha compartilhado.

Esta ligação é muito útil quando se tem um desktop e um notebook, e não se quer gastar com a montagem de uma rede.

Não se esqueça de desativar o compartilhamento de arquivos quando for acessar a Internet, a menos que queira ser invadido.
Autor/fonte: Carlos E. Morimoto

Categoria Rede - Alimentação e cuidados com sua intranet

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Manter a intranet viva, relevante e interessante é fundamental, do contrário não adianta o esforço. Não existe propriamente uma receita de bolo, mas algumas recomendações podem ajudar.

Outro dia eu li, em uma lista, um pedido de ajuda. A moça queria dicas sobre como manter viva uma intranet. Meio sem saber, eu postei uma mensagem que era mais da metade deste artigo. Me convidaram então a terminá-lo.

Cuidar de uma intranet é um trabalho delicado, e é delicado por muitos motivos.

Não parece existir uma “receita de bolo” pra manter intranets felizes, mas, depois de uns seis anos e pouco convivendo com isso, tenho algumas recomendações que alguém pode tentar seguir.

Por sua conta e risco:

1. Simples e direto: fuja de estruturas complicadas. Se alguém tiver que conhecer a intranet como a palma da própria mão antes de poder conhecer a intranet, isso nunca vai acontecer. Resista à tendência de mudar coisas de lugar. Tribos nômades são mais difíceis de encontrar - não imagine que seus links são tão diferentes assim. Evite megaportais corporativos que mais parecem a cabine de um Concorde (que Deus os tenha). Mesmo que sua intranet seja de uma companhia aérea, nem todos os funcionários são pilotos. Salas de controle de usinas nucleares ou a ponte da Enterprise, por mais legais que sejam, também não são uma boa referência de design;

2. O grande plano: crie um “manual” para a intranet explicando o que vai onde. Mantenha-o atualizado. Um gerenciador de conteúdo que permita criar “descrições” para as várias áreas da intranet é uma mão na roda na hora de automatizar a criação do tal manual, ou de um “mapa” da sua intranet. O manual também serve como orientação sobre onde colocar novos conteúdos;

3. Sinos, apitos e a pia da cozinha: não abuse do gerenciador de conteúdo. Muitas vítimas se entusiasmam com a facilidade de colocar conteúdo na intranet e inventam dúzias de áreas com montanhas de dados que são muito maiores do que elas são capazes de manter. E muito mais do que interessa aos usuários. Conheço, em primeira mão, casos de empresas que encomendaram estruturas do tamanho de porta-aviões, mas que não tinham pessoal suficiente para operar um banana-boat;

4. Algo útil: algumas aplicações básicas (por aplicações entenda “coisas que não são conteúdo estático”) trazem tráfego para a intranet. Cardápio do restaurante, restaurantes próximos e com delivery (pode-se até colocar comentários dos funcionários), classificados internos, lista de ramais, relacionamento com o RH, reembolso de despesas, reposição de materiais como post-it e grampos, notícias internas ou externas, webmail etc. A imaginação e o orçamento ditam os limites;

5. Seguindo rastros: tenha uma ferramenta para examinar os logs do servidor e gerar os relatórios que você quer. Saiba quem acessa mais que área e quando (”quem” é muito importante). Dependendo das características físicas da rede, você pode dizer facilmente de que departamento ou andar ou unidade veio o acesso. Tráfego demais na intranet pode indicar que as pessoas estão perdidas. Talvez você tenha que pagar alguém internamente para levantar esses dados, mas eles garantem que as decisões sobre a intranet são feitas com base em informação real e não no chutômetro;

6. O conselho de sábios: é bom ter um “conselho” que reúna as várias áreas que têm interesse na intranet para coordenar suas iniciativas. Reuniões “em pessoa” são muito valiosas para estabelecer confiança e cooperação entre as partes. Criar esse grupo tira dos ombros do responsável pela intranet uma parte da responsabilidade por ela e mantém todos os interessados adequadamente informados dos motivos das decisões. Um alerta: reuniões demais são um porre, reuniões de menos não funcionam, reuniões com comida (biscoitos, nachos, o que for) são melhores. Ache o meio-termo que serve à sua cultura local. Evite bebidas alcoólicas, mas não as descarte completamente - embebedar alguém pode ser útil. Só não diga que foi idéia minha;

7. O timoneiro: coloque a gestão da intranet nas mãos de alguém específico que seja responsável por isso, mas que ouça o conselho que criamos antes. O desenvolvimento das aplicações para a intranet pode ser contratado internamente com o pessoal de TI. Se tiver que ser contratado externamente, seja muito, mas muito chato mesmo ao exigir documentação sobre o que foi feito e como foi feito. Você nunca sabe quando vai ter que mudar algo;

8. Círculos virtuosos: para que a intranet se mantenha viva, ela precisa fazer parte da “cultura” da empresa. Ela deve ser sempre mantida “fresca” com notícias (mesmo que sejam externas) e o tráfego para ela deve ser sempre incentivado (configurando a home dos browsers para ela e deixando essa opção “presa”, chamando tráfego com mailings periódicos - diários até, se tiver assunto). O objetivo é criar o hábito de visitar a intranet. O uso gera demanda - tente formar círculos virtuosos em que novas necessidades sejam descobertas e implementadas;

9. Números mágicos: tenha sempre na ponta da língua um número, mesmo que aproximado, de quanto dinheiro a intranet já economizou. Se não economizou ainda, tenha na sua mão o dia, hora, minuto e segundo em que ela vai pagar o que foi investido nela. Direcione o desenvolvimento dela com um dos seus olhos sempre virado para esse número;

10. Mantenha-se vivo: uma intranet é uma ferramenta que alcança todos os funcionários de uma empresa. Fazer uma intranet bem-feita e mantê-la funcionando é um senhor cartão de visitas. É também um alvo pintado nas suas costas - fazer direito coisas muito visíveis costuma atrair fogo hostil dentro de uma grande empresa. Mantenha a cabeça baixa e, quando for olhar pra fora da trincheira, use sempre um capacete.

Boa Sorte! Você vai precisar.
Autor/fonte: Ricardo Bánffy

Categoria Rede - Rede e tipos de rede

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Podemos definir como rede de computadores dois ou mais computadores interligados com o objetivo de compartilhar dados e informações.

Tipos de redes

Analisando do ponto de vista de como os dados são compartilhados, há dois tipos de rede: ponto-a-ponto e cliente/servidor. Normalmente uma rede ponto-a-ponto é utilizada em pequenas redes, assim como o modo cliente/servidor em redes grandes. Este é o ponto de vista de como a rede está configurada via software e não fisicamente estruturada.

Algumas características de uma rede ponto-a-ponto:

. Utilizada normalmente em redes pequenas;
. Baixo custo;
. Fácil implementação;
. Baixa segurança;
. Sistema simples de cabeamento.

Algumas características de uma rede cliente/servidor:

. Utilizada normalmente em redes com mais de 10 computadores;
. Maior custo em comparação com as redes ponto-a-ponto;
. Implementação mais complexa que a rede ponto-a-ponto;
. Alta segurança;
. Existência de pelo menos um servidor de rede.
Autor/fonte: Bozolinux

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