Categoria Rede - Impressoras de rede

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Se você possui dois ou mais computadores ligados em rede pode compartilhar as impressoras, ou seja, a impressora instalada em um computador pode ser utilizada pelos demais computadores.

Instale a impressora normalmente no PC na qual está conectada. Depois, use Painel de controle/Impressoras, clique na impressora desejada com o botão direito do mouse e escolha no menu a opção Compartilhamento.

No Windows XP e no Windows 2000, este quadro de compartilhamento tem um recurso muito interessante: Drivers adicionais. Esses sistemas são capazes de enviar automaticamente pela rede, os drivers para os demais computadores que precisam usar esta impressora.

Para isso, é preciso indicar os sistemas operacionais desejados (para computadores clientes de rede que usam o Windows XP e o Windows 2000, este envio de drivers é feito automaticamente; para o Windows 95/98/ME, é preciso marcar a opção correspondente). Será preciso também indicar a pasta onde estão os drivers de impressora para o sistema operacional solicitado.

Feita esta configuração, os drivers de impressão serão enviados automaticamente para os computadores clientes que precisam usar a impressora de rede.

Muitas impressoras são instaladas, através de um CD do fabricante. Muitos usuários têm dificuldades ao utilizar essas impressoras em rede, já que usam um sistema de instalação fora do padrão Windows. Você pode fazer a instalação por um processo alternativo.

Primeiro: instale a impressora no servidor (aquele na qual a impressora está fisicamente conectada). Faça, então, o seu compartilhamento. Depois, conecte a impressora provisoriamente no computador cliente e faça também a sua instalação. Ao terminar, conecte novamente a impressora no micro original (servidor).

Vá, agora, no cliente e use o quadro de Propriedades da impressora. Clique em Detalhes ou Portas e Adicionar porta. Digite o endereço da porta de impressora, por exemplo,\\computador\impressora. No Windows XP, ao usarmos o comando Portas, será apresentada uma lista completa de portas (LPT1, COM1, COM2, etc) incluindo o caminho da impressora de rede, já instalada no servidor.

Tente este método se os comandos normais de compartilhamento de impressora do Windows não derem resultado.

Nomes de compartilhamento

Quando compartilhamos uma pasta ou unidade de disco na rede, é preciso usar um nome de compartilhamento que pode ser igual ao próprio nome original da pasta no servidor, mas também pode preencher um nome diferente.

É preciso tomar cuidado com o uso desses nomes. Computadores com o Windows 98 (e também o Windows 95 e o Windows ME) não “enxergam” nomes de compartilhamento com mais de 12 caracteres.

Mas, se a sua intenção é fazer com que computadores da rede realmente não “enxerguem” um nome de compartilhamento na rede, use um nome terminando com o símbolo “$”. Como padrão, o Windows considera esses nomes como invisíveis.

Por exemplo: para compartilhar uma pasta Teste, use um nome de compartilhamento como TESTE$. A pasta não aparecerá entre as demais compartilhadas do servidor. Aparecerá apenas se for digitado na barra de endereços, \\nome–do–computador\TEST$.

Você também pode criar um atalho para a esta pasta, tornando o seu acesso mais rápido. Esconder nomes de compartilhamento pode ser útil quando a rede é maior e não queremos que todos os micros “enxeguem” tudo o que está compartilhado no servidor.

Você também pode compartilhar uma unidade de disco no servidor, como um drive de CD-Rom, disquete ou ZIP Drive. Este recurso é útil, quando a unidade do computador está defeituosa. Note, entretanto, que este compartilhamento não funciona com a gravação de CDs.
Autor/fonte: Laércio Vasconcelos

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Categoria Rede - PCs ligados em rede

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Conectar micros em rede no ambiente doméstico traz grandes vantagens. Uma vez configurada a rede, é permitido que um micro grave e leia dados no disco rígido do outro e ainda use a sua impressora. Também é muito interessante o recurso de compartilhar a conexão com a internet, ou seja, uma única conexão fica disponível para os dois (ou mais) computadores.

Em muitas residências, estão presentes dois – e, em alguns casos, até três ou mais micros. Conectar dois micros fisicamente é muito fácil. Basta ligá-los, através de um cabo de rede do tipo crossover encontrado com facilidade nas revendas de informática. Este cabo também pode ser encomendado sob medida em algumas lojas.

Os dois micros precisam ter uma placa de rede – coisa que é comum nos modelos atuais. Caso não tenham, é fácil encontrar placas de rede no mercado na faixa de R$ 30. As placas devem estar com seus drivers corretamente instalados (operação relativamente simples com o mesmo nível de dificuldade que a instalação de uma impressora ou de uma placa de vídeo).

Se você for ligar dois ou mais micros, será preciso um concentrador. Os dois tipos principais são o hub e o switch (este último apresenta maior desempenho). No caso da ligação de micros através de hub ou switch, as ligações com os micros não são feitas através de cabos crossover e sim de cabos normais (straight).

Se um dos micros possui uma conexão com a internet, esta poderá ser compartilhada com os outros computadores, através da rede. Entretanto, especificamente no caso de conexões com banda larga, é mais cômodo fazer o compartilhamento, não através de um computador, mas sim através de um ADSL Router, ou seja, um modem que pode compartilhar a conexão através da rede. O router é ligado no hub ou switch assim como os demais computadores.

Uma vez que os micros estejam conectados fisicamente, devemos fazer as configurações de software. Esta operação é muito facilitada pelo programa Assistente de rede disponível no Windows ME e no Windows XP. Se você usa o Windows 98, também poderá usar o assistente.

Depois de executar o Assistente em um computador com Windows ME ou XP, será perguntado se o usuário deseja gerar um disquete de configuração. Este disquete pode ser usado para configurar computadores com o Windows 95 ou 98, ou seja, trata-se de um assistente em disquete. Também é possível executar o Assistente de rede em computadores com o Windows 98, a partir do CD de instalação do Windows XP. Inserimos o CD e clicamos em Tarefas adicionais e então em Configurar rede doméstica.

O assistente de rede fará algumas perguntas simples. Começará perguntando como o micro é conectado com a internet. Indicamos, então, o nome do modem ou da placa de rede usada nesta conexão. Ao configurarmos os demais micros da rede, devemos responder a esta pergunta com Este computador acessa a internet através de outro computador (LAN).

No caso do micro que tem uma conexão direta com a internet, devemos indicar também qual é a placa de rede através da qual o micro é ligado à rede. Note que o modem (adaptador dial-up) também é considerado pelo Windows como uma placa de rede, porém, usada para conexões diretas com a internet.

O Assistente de rede perguntará se desejamos compartilhar a pasta Documentos compartilhados e, em caso afirmativo, poderemos usar uma senha para este acesso. Também a impressora poderá ser compartilhada. Será perguntado um nome para o computador e outro para o grupo de trabalho, que explicando de forma simplificada, nada mais é que o nome da rede.

Terminada a configuração de todos os computadores, a rede poderá ser usada. Basta clicar em Ambiente de rede (Windows 98) ou Meus locais de rede (Windows ME e XP).

A configuração de redes é um assunto razoavelmente complexo, mas com o uso deste assistente, usuários com nível médio de conhecimento, provavelmente, conseguirão fazê-lo. No Windows XP e no Windows ME, o Assistente pode ser executado a partir de Meus locais de rede ou do menu Acessórios / Comunicações.
Autor/fonte: Laércio Vasconcelos

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Categoria Rede - Redes seguras: estratégia não pode ser reativa

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Grande parte das medidas de segurança usada atualmente é reativa – e insuficiente. Nos próximos anos, os grandes provedores de serviços irão neutralizar os vírus antes que se infiltrem nas redes corporativas.

A segurança das redes de computadores está novamente em evidência, principalmente pelas quebras de sigilos que freqüentemente ocorrem. Os criminosos cibernéticos conseguem acesso ilegal a redes e bases de dados corporativos, visando explorar as informações pessoais de milhares de clientes.

Estas quebras de sigilo causam um impacto devastador nas empresas alvo. Dão prejuízo de milhões de dólares em custos com os tribunais, perda de negócios e outros estragos.

A indústria de manufatura também está suscetível a quebras de sigilo. Os vírus e worms podem comprometer seriamente aplicações críticas, como a cadeia de suprimento, na qual qualquer interrupção é gravíssima. A perda de conectividade à rede pode causar uma catastrófica falta de peças que interrompem a produção. Uma empresa de manufatura pode facilmente ter uma rápida perda potencial de milhões de dólares.

Os fabricantes que possuem uma boa presença na web estão ainda mais vulneráveis. Uma empresa de comércio eletrônico poderia perder uma quantidade significativa de vendas se o seu site fosse fechado, mesmo que por algumas horas.

Imagine o estrago causado por um vírus que retira o site por 24 horas. Mesmo assim, muitos fabricantes conduzem seus negócios com parceiros e fornecedores através das redes. Um ataque de vírus poderia incapacitar aplicações online críticas como o controle de estoque e informações de rastreamento de pedidos.

Estratégias de segurança reativa

Infelizmente, grande parte das medidas de segurança usada atualmente é reativa. Os fabricantes de software oferecem caminhos para consertar as vulnerabilidades de seus sistemas após sua identificação. As empresas de antivírus correm para construir filtros depois que os vírus aparecem. E, é claro, os times de TI corporativos trabalham horas extras para limpar as redes e instalar os corretivos após a ocorrência destas quebras.

Muito em breve, o estilo reativo de segurança não será suficiente. Embora os caminhos de correção sejam sempre uma tarefa essencial de segurança, não são suficientes para proteger as empresas das rápidas ações do “autores” de vírus.

A solução consiste em identificar e neutralizar de forma pró-ativa os autores dos vírus antes que se infiltrem nas redes corporativas. Nos próximos anos, os grandes provedores de serviços desenvolverão estratégias para tornar uma realidade essas medidas de segurança pró-ativas. Eles criarão algumas iniciativas para oferecer a solução de segurança cibernética mais pró-ativa e poderosa da história.

Os provedores de serviços com capacidades de monitoramento, fortemente treinados em análise de segurança cibernética, podem ajudar a proteger as redes corporativas. Os clientes são notificados de potenciais ameaças antes que as redes sejam atingidas, permitindo que os engenheiros de rede bloqueiem as portas alvo de um novo ataque de worms. Esta tendência representa uma mudança no paradigma da segurança cibernética – de reativa para pró-ativa – mas é somente a primeira fase de mudança da estratégia de segurança cibernética.

As redes e a segurança no futuro

Há alguns anos, quando os engenheiros do Vale do Silício começaram a colocar os computadores em rede, previram uma rede na qual o usuário final trabalhasse em máquinas que não eram nada mais do que periféricos e cabos conectados a servidores em um local distante. É claro que a tecnologia disponível naquele momento tornou a previsão impossível de se colocar em prática. Atualmente, com os avanços da tecnologia de banda larga, esses conceitos estão ativos novamente.

Os grandes provedores de serviços de redes buscam oferecer redes de aplicativos, onde os aplicativos críticos para o seu negócio são armazenados e entregues a partir de um data center central e mundial. Os recursos de redes são assim manipulados mais facilmente, indiferentemente se forem, por exemplo, armazenagem on-demand, banda para vários projetos ou ainda priorização instantânea para maior segurança.

Vale ressaltar que os provedores serão capazes de administrar os corretivos dos softwares ao invés do departamento de TI ter que administrá-los individualmente nos computadores de cada usuário final.

Com aplicativos hospedados em data centers, eles poderão usar suas capacidades de monitoramento para encontrar vírus antes que se tornem um problema – e desta forma aplicar os filtros necessários para que os vírus nunca atinjam as redes corporativas de seus clientes. As empresas economizarão milhões em custos relativos à segurança de TI, e ganharão a confiança dos usuários por desviar os ataques cibernéticos antes que afetem suas operações.
Autor/fonte: Edward Amoroso

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