Categoria Rede - Considerações sobre DSL/cable modem

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Dependendo da sua localidade, você pode ter acesso às duas opções. O DSL depende da distância enquanto o cable modem depende do cabo de televisão e do provedor que oferece esse serviço. Na maioria dos casos o cable modem alcança maior velocidade e melhor desempenho em relação ao DSL. O cable modem compartilha, também, uma faixa de banda (bandwidth) e, se considerarmos que a conexão DSL é uma conexão dedicada que está só lhe servindo, fica então uma dúvida! Neste artigo, a idéia não é discutir quem é melhor e sim, comentar sobre os dois. A habilidade de compartilhar sua conexão Internet vai depender do equipamento que você escolher.

Se você deseja compartilhar sua conexão Internet DSL/cable modem com vários computadores, você precisa de um roteador DSL/cable modem. Ambas tecnologias não são capazes de prover múltiplos pontos. Elas restringem o acesso à Internet a um único PC. Mas graças a NAT (Network Address Translator), o roteador pode prover acesso simultâneo a vários computadores. Também é importante notar que, apesar de todo o marketing que é feito para estes dispositivos, nem tudo que é dito é 100% verdadeiro.

Firewalls oferecem muito mais flexibilidade e capacidade que estes simples roteadores de NAT podem prover. Enquanto eles oferecem uma filtragem efetiva não descobrem quando estão sendo atacados, não possuem filtros de conteúdo e outras características a mais que são encontradas em produtos do tipo Firewall. Dependendo de suas necessidades, o NAT simples oferece uma proteção adicional. Mas se você confiar só nisto, a segurança de sua conexão Internet pode ficar comprometida.

Conexões DSL/cable modem normalmente são restritivas e lentas. Porém, dependendo do uso que se faça, isso nem será percebido. Entretanto, se sua aplicação exige muito da banda de conexão e você tem um número razoável de computadores compartilhando a conexão Internet e, ao mesmo tempo, outros computadores em acesso constante à rede local, tudo na rede pode se tornar lento.

Redes locais sem fios (WLAN) aparecem como uma solução ideal pois oferecem flexibilidade que não pode ser alcançada por nenhum outro método. O Frame Ethernet 802.11b é um padrão com velocidade teórica de 11 megabits por segundo mas, essa velocidade, sofre quando comparada a um hardware Ethernet de 100 megabits (como Switchs e Hubs).

A combinação do roteador DSL/cable modem com as conexões sem fios, além do compartilhamento à Internet, trazem como vantagem, economia e versatilidade aos escritórios mais dinâmicos pois as máquinas, em termos de mão de obra, podem ser reposicionadas sem a necessidade de fazer manutenção em cima dos pontos de rede.

A segurança dos dados nas redes sem fios

Preocupações com a segurança de redes sem fios continuam e devem ser levadas a sério. A resposta a esta questão é: a Criptografia WEP (Wired Equivalent Privacy), que foi somada ao padrão IEEE 802.11 original para prover um nível de isolamento que é equivalente ao nível dos limites físicos de uma conexão de redes sem fios.

A maior ameaça à segurança de redes sem fios se deve ao fato de que muitos usuários não usam o WEP como a primeira linha de defesa. Muitos deles acabam usando a rede sem este recurso, ou seja, permitem intrusos casuais e, com isso, suas transferências de dados ficam expostas ao “ar livre”.

Abaixo, temos algumas recomendações sobre segurança de redes sem fios:

1. Confira à respeito da segurança relacionada aos seus dispositivos de rede sem fios. Aplique atualizações se preciso for. Não assuma que o firmware que está carregado em sua unidade é a versão mais atual;
2. Nunca opere com dispositivos sem fios sem usar a criptografia WEP;
3. Se for preciso, filtre os acessos fazendo restrição em cima dos endereços MAC;
4. Pense em usar um sistema de VPN. Embora seja requerido um servidor de VPN (ou um dispositivo que age como um servidor de VPN). Clientes VPN já estão incluídos nas versões Windows;
5. Se os dados em sua rede precisam de alta proteção, use métodos de segurança adicionais como: autenticação do tipo RADIUS ou Kerberos, IPSec, senhas complexas, autenticação de usuário para acessar recursos da rede, VPN, SSL e Firewalls.

As conexões com esses dispositivos

Para que haja conexão usando o DSL/cable modem é necessário o uso do protocolo chamado PPPoE (Point-to-Point Protocol over Ethernet). Alguns equipamentos podem trabalhar também com o protocolo PPTP (Point-to-Point Tunneling Protocol).

Para as conexões de rede local, além da tecnologia Wireless, os dispositivos possuem portas UTPs que servem tanto para conectar computadores com placas de rede padrão Ethernet 802.3, assim como, uma conexão vinda de outro switch ou hub (conexão ao backbone da rede local).

O Wireless Access Point Router with 4-Port Switch da Linksys, equipamento ilustrado na figura acima, serviu como referência neste artigo.
Autor/fonte: Luiz Carlos dos Santos

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Categoria Rede - Para que serve o proxy?

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Os servidores de proxy são usados para permitir aos micros de uma rede interna o acesso à Web, FTP e outros serviços mais, no qual ele foi previamente configurado. O proxy é um servidor especial, que roda em uma máquina que pode agir também como se fosse um Firewall, escondendo os computadores da rede interna.

Basicamente, ele recebe requisições de máquinas que estão na rede interna, envia aos servidores que estão do lado externo da rede, lê as respostas externas e envia de volta o resultado aos clientes da rede interna.

Normalmente, o mesmo servidor proxy é usado para todos os clientes em uma rede interna, que pode ou não ser constituída de sub-redes.

Os tipos de servidores Proxy mais utilizados, são:

. Os Proxies genéricos, que oferecem serviços de proxy para várias aplicações (por exemplo Web, Ftp, Gopher e Telnet) em um único servidor;

. Os Proxies específicos, que oferecem serviços de proxy para uma determinada aplicação, como é o caso do Web Proxy, que é um proxy que tem por finalidade, fazer caching de documentos Web que foram acessados, reduzindo de forma considerável, o tráfego de acesso à Internet em requisições futuras.

Nota: A habilidade de fazer cache dos documentos acessados, tornou atrativo o seu uso dentro de empresas e provedores de acesso à Internet, pois, com ele, existe o ganho de “banda virtual”, tendo em mente que documentos freqüentemente acessados, serão retornados do cache local ao invés de um servidor remoto distante.

Na ilustração acima, temos uma demonstração de como funciona o fluxo dentro de um servidor Web Proxy, ele recebe as requisições, faz uma análise no cache local, e se o documento estiver no cache, ele responde automaticamente, caso contrário, se o documento não estiver no cache, ou, se ele estiver precisando de atualização, ele vai ao endereço remoto e busca o documento, ou as atualizações e guarda no cache local, para ser usado nas requisições futuras;

. Os Proxies de circuitos, que oferecem conexões virtuais ponto a ponto entre o cliente e o destino final, eles normalmente fazem a autenticação antes de estabelecer a conexão final, agindo como se fosse um controlador. Esse tipo de proxy, baseia-se livremente no conceito de proxy genérico.

Onde encontrar programas:

. Squid - http://www.squid-cache.org;
. Wingate - http://www.wingate.com.
Autor/fonte: Luiz Carlos dos Santos

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Categoria Rede - Dicas sobre redes

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1. Como se dá a transferência de dados a 10 ou 100 Mbps? Esta velocidade é “dividida” por todos os micros em rede? Qual a taxa de transferência real atingida para as duas velocidades em Mbits/segundo?

Existem dois padrões de placas de rede, as 10/10 e as 10/100. As placas 10/10 transmitem a apenas 10 megabits por segundo, enquanto as 10/100 podem tanto transmitir a 100 (caso conectadas a outras placas 10/100) quanto a 10 (se conectada a placas 10/10).

Esta velocidade, é dividida entre todos os micros da rede. Se estiverem sendo feitas duas transferências de arquivos ao mesmo tempo por exemplo, cada transferência ficará com metade da velocidade. Vale lembrar que numa rede a velocidade é medida em bits, não em bytes: 100 megabips correspondem a apenas 12,5 megabytes por segundo.

2. Para que serve o fio (9º fio) que vem entre a capa plástica e a fita metálica nos cabos de par trançado blindados? Quando usamos este cabo, é necessário o uso do conector RJ45 “blindado”?

Os cabos de par trançado blindados são item obrigatório em redes de 100 megabips. A blindagem serve justamente para amortizar as interferências externas, permitindo velocidades mais altas. Este nono fio corresponde à cama de blindagem do cabo e deve ser aterrado. Caso você não tenha um fio terra pode usar um prego grande fincado no chão ou na parede.

O conector RJ45 é padrão, é sempre o mesmo conector plástico, porém as especificações para conectores para cabos de 10 Mbps são mais rígidas. Na hora de comprar é bom tentar verificar se os conectores são certificados para 100 Mbps.

3. Como configurar os dispositivos servidores de impressão? Qual protocolo a usar? é possível usá-los em redes pequenas com Windows 9x? Existe como configurá-los manualmente (sem os programas que o acompanham)?

Os dispositivos servidores de impressão, como os JetDirect da HP (http://www.hp.com/net_printing/ppss) em geral utilizam o protocolo TCP/IP. Dependendo do modelo, o endereço do servidor podem ser configurado através de um utilitário, ou diretamente no painel do aparelho. Uma vez configurado o endereço IP, ele passa a trabalhar da mesma forma que qualquer micro da rede, permitindo instalar e usar a impressora da maneira tradicional. A vantagem de se usar um JetDirect ao invés de usar um micro qualquer como servidor de impressão, é que ele em geral é mais barato, mais fácil de configurar e consome menos eletricidade, podendo ficar ligado continuamente sem medo da conta de luz.

4. É verdade que quando usamos o cabo crossover para ligar dois micros em rede, mesmo usando cabo categoria 5 e placas 10/100 Mbps, a velocidade máxima atingida será de 10Mbps? Porque?

O cabo cross-over de 100 Mbps tem uma pinagem diferente do de 10 Mbps, você pode checar os esquemas em http://www.makeitsimple.com/how-to/dyi_crossover.htm. Usando a pinagem do cabo de 10 Mbps naturalmente o cabo vai transmitir a apenas 10 Mbps.

5. Existe alguma diferença real entre uma placa de rede 100Mbps e outra 10/100Mbps? Se instalar uma placa 100Mbps em uma rede onde todas as placas e o hub são de 10 ela irá funcionar a 10 ou nãoirá funcionar?

As placas 10/100 podem trabalhar tanto a 10 quanto a 100, ela vai sempre acompanhar as companheiras. Para ter uma rede a 100 Mbps é preciso que todas as placas sejam 10/100, o Hub seja 10/100 e que sejam usados cabos blindados.
Autor/fonte: Carlos E. Morimoto

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