Categoria Rede - Conheça as limitações do Speedy

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O acesso via ADSL, oferecido pela Telefônica como Speedy, tem várias vantagens sobre ultrapassado acesso discado: é mais rápido, oferece conexão ininterrupta pagando-se apenas uma taxa mensal fixa, etc, etc, etc. Mas como nada é perfeito, o serviço também tem suas limitações, o objetivo deste artigo é justamente falar um pouco sobre elas, explicar o por que de cada uma e, por que não, ensinar como burlar algumas delas.

Conexão instável

A maior reclamação dos usuários do Speedy vem sendo a instabilidade da conexão, que em muitos casos cai constantemente, obrigando a resetar o modem para que a conexão volte. Em alguns casos as quedas são esporádicas e não chegam a incomodar, mas existem casos em que a linha cai freqüentemente, de poucos em poucos minutos.

O grande problema neste caso é o trecho de fio entre a casa do assinante a central telefônica. No acesso via ADSL, temos dois modems ADSL, um na central e outro na casa do usuário, que mantém uma conexão contínua usando o cabo telefônico. O grande problema é que em muitos casos o cabo está deteriorado, e apesar de não oferecer problemas com as ligações de voz, compromete a velocidade da comunicação entre os modems e pode fazer com que a conexão caia com freqüência, devido à instabilidade do sinal.

Como resolver este problema? Normalmente existem vários cabos disponíveis em cada central, cabos sobressalentes já puxados, que podem ser usados em substituição de outro defeituoso. Existem também derivações nos cabos, que podem ser eliminadas para melhorar o sinal. Caso você esteja com o problema de desconexão, ligue para o 103 e peça a visita de um técnico da telefônica. Como neste caso o problema é com as instalações da Telefônica a visita não será cobrada. O técnico possui um aparelho que testa a velocidade da conexão com o modem da central, em geral eles consideram a linha como defeituosa caso a conexão esteja abaixo de 2 Mbps (isso não tem nada a ver com a sua velocidade de conexão, é a velocidade máxima que pode ser alcançada). Percebendo o defeito o técnico tentará justamente trocar o par de fios entre sua casa e a central, tirar derivações, etc. Nem sempre eles conseguem resolver o problema, mas pelo menos tentam. E qualquer forma, você pode acionar o serviço várias vezes até que consigam resolver o problema.

Portas bloqueadas

Outra limitação são as portas TCP bloqueadas pela Telefônica, que impedem “conexões entrantes”, ou seja, tentam impedir que você monte um servidor de FTP ou transforme seu micro num servidor Web por exemplo. As portas bloqueadas são:

. Porta 21: Usada por servidores de FTP;
. Porta 23: Usada para acesso via Telnet;
. Porta 25: Usada por servidores SMTP (servidor de e-mail);
. Porta 80: usada para acesso via http, ou seja por servidores de páginas Web;
. Portas 137 e 138: Compartilhamento de arquivos e impressoras (serve mais como uma medida de segurança para os usuários, já que muita gente acaba esquecendo o compartilhamento ativado, expondo-se a invasões);
. Porta 1352: Usada para administração remota do Lotus notes;
. Portas 1503 e 1720: Estas portas são usadas pelo NetMeeting para receber as chamadas. Com as portas bloqueadas, você pode chamar alguém para conversar, mas ninguém conseguirá chamá-lo;
. Porta 5631: é usada para administração remota usando o PC Anywhere.

No caso dos servidores de FTP e Http é fácil burlar a limitação. Ao configurar seu servidor de FTP, mude a porta default (a 21 bloqueada) para outra porta qualquer, a 22 por exemplo. No caso do servidor de Http, novamente configure o programa para usar outra porta e não a 80 default, você pode usar por exemplo a 1080. Ao acessar a página, ao invés de digitar http://seuIP, digite http://seuIP:1080, isso orientará o navegador a acessar o servidor usando a porta 1080 ao invés da porta default, novamente burlando a limitação.

Existe também uma versão do Speedy destinada a empresas, o Speedy Business, onde estas portas estão desbloqueadas. O Business custa 20 reais a mais por mês.

Clonagem de endereços IP

Outro problema grave e que vem se tornando freqüente é a clonagem de endereços IP. No Speedy cada usuário ganha um IP fixo que é dado pelo provedor de acesso. O grande problema é que não existe nenhum tipo de autenticação por senha ou por qualquer meio. Qualquer um que tenha o Speedy instalado pode usar qualquer IP da sua área, tendo apenas o trabalho de mudar o endereço nas configurações de rede. Dois micros não podem acessar usando o mesmo endereço IP, por isso caso um dos engraçadinhos resolva usar o mesmo endereço que você, novamente a sua conexão vai cair sempre que ele ativar a rede. Neste caso, a conexão não vai voltar resetando o modem, mas apenas desativando e reativando a conexão de rede no Windows, ou então resetando o micro.

A solução é ligar para o provedor, explicar o que está acontecendo e pedir que troquem seu endereço IP. Eles tem como rastrear quem clonou o primeiro endereço e tomar providências.

Compartilhamento da conexão

Usando o Speedy você tem apenas um endereço IP, mas claro, isto não significa que você não possa compartilhar a conexão usando o Internet Conection Sharing, ou então um servidor proxy qualquer, assim como faria para compartilhar uma conexão via modem.

Neste caso, o micro onde o modem ADSL está instalado deve ter duas placas de rede, uma para o modem e outra para a rede interna, por onde se comunicará com os demais micros. A desvantagem neste caso é que o micro principal terá que ficar ligado 24h, caso contrário os demais perderão o acesso quando ele for desligado.

Mas, uma surpresa é que dependendo do modelo de modem que está sendo usado, você pode usar o próprio modem ADSL para compartilhar a conexão, usando o NAT, ou até mesmo via DHCP. Se você estiver usando um modem Alcatel Speedy Touch Pro por exemplo, experimente mudar o seu endereço IP nas configurações de rede para “10.0.0.139″, reinicie o micro, ative a conexão, abra o navegado e digite o endereço http://10.0.0.138. Você acaba de abrir a página de configuração do modem.

Este modelo de modem em especial é extremamente poderoso, pode servir até mesmo como um servidor DHCP, você pode pesquisar os recursos consultando o manual, que pode ser baixado em http://velocidade_justa.vila.bol.com.br/manuais.htm.

Outra opção é comprar um Hub, ligar os micros em rede usando o hub, e ligar o modem a ele, usando a porta “Up-Link”, a porta que normalmente é usada para conectar um hub ao outro. Não se esqueça de usar um cabo cross-over.

Você pode fazer várias assinaturas do provedor de acesso, ganhando assim um IP para cada micro que irá se conectar. A surpresa é que usando este sistema, todos os micros poderão conectar-se ao mesmo tempo, cada um com seu endereço IP, usando apenas UM modem e uma linha.

A velocidade de conexão normalmente vai ficar limitada a cerca de 2 Mbps, que é a velocidade média de comunicação do modem ADSL, de qualquer forma, já é suficiente para pelo menos 8 conexão de 256kb.
Autor/fonte: Carlos E. Morimoto

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Categoria Rede - Como montar um provedor de acesso a Internet

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Montar um servidor que funcione como provedor de acesso a Internet é relativamente simples, porém um tanto dispendioso. Este pequeno tutorial tem como finalidade orientar os colegas sobre que serviços devem ser habilitados no linux e quais equipamentos devem ser instalados. Esse documento abordará os assuntos de uma forma e linguagem simplificadas, objetivando o entendimento de “leigos” e de usuários avançados.

Requisitos de software

Atualmente, todas as distribuições Linux que são conhecidas podem ser usadas para montagem do servidor, bastando que sejam habilitados e configurados os seguintes serviços:

1. Servidor de nomes - Para que as páginas possam ser hospedadas no servidor e exibidas corretamente na web. Para que esse serviço seja carregado, convém lembrar que o inet e o httpd estejam funcionando corretamente;

2. Servidor Web - O mais utilizado no mundo inteiro é sem dúvida o Apache, que permite rodar tanto páginas em HTML, como páginas em php. Faz a ponte dos arquivos hospedados no servidor, objetivando sua exibição quando for digitado e devidamente reconhecido um endereço ip ou uma URL no browser do usuário;

3. Servidor FTP - Deve ser habilitado para que exista a possibilidade de hospedagem de arquivos diretamente no servidor. Serve, principalmente, para que o usuário que tenha uma página hospedada no servidor possa fazer o envio e retirada dos arquivos, quando da manutenção da mesma;

4. Servidor de e-mails - O mais comumente utilizado é o sendmail, mas também o mais vulnerável e mais alvejado pelos hacker’s, sendo que existem diversas outras opções. O servidor de e-mail’s, como o próprio nome já diz, é responsável pelo trânsito (envio e recebimento) de mensagens dos usuários do servidor. Paralelo ao servidor de mail’s, é recomendável que seja instalado um programa de webmail, que permite manipular as mensagens diretamente no servidor, utilizando o browser. O programa mais utilizado para webmail é o IMP, mas também existem diversas outras alternativas. O nosso webmail é montado na base do uebmiau, que possui uma interface bastante amigável. Outro “penduricalho” do servidor de mail’s que hoje é indispensável é o anti-virus, que filtra as mensagens portadoras de vermes e as devolve de volta aos remetentes, com a devida explicação para tal devolução;

5. Firewall - Indispensável. Protege o servidor contra invasões através do controle do fluxo de pacotes pela rede. A opção de firewall mais “fácil” de configurar, por ser a mais difundida, é o iptables, que é configurado através de regras simples e bem definidas;

6. Servidor proxy - Opcional, serve para mascarar os usuários de uma rede interna, ou simplesmente adiantar a leitura de páginas. Através do Proxy o servidor faz uma armazenagem do conteúdo acessado, que quando requisitado novamente, não precisa ser buscado de novo no seu servidor de origem. O servidor Proxy também pode ser chamado de firewall dentro do servidor do provedor de Internet;

7. Radius - Faz a autenticação dos usuários que estão se conectando ao servidor, com base no banco de dados de usuários e senhas do linux. É com base no log (relatório de acesso gerado) que se faz o controle de horas acessadas pelo cliente;

8. MRTG - Gera gráficos de controle de qualquer serviço dentro do linux, sendo recomendável a instalação de um gráfico de controle para cada ip válido usado por um cliente que acessa o provedor, permitindo assim monitoramento total do fluxo de dados em cada porta do servidor. Outra opção de controle é monitorar o tráfego do roteador, poi havendo queda do serviço da operadora do link de dados, o gráfico pode ser usado como prova para requisição de abatimento do valor mensal, que é fixo e caro…;

9. SSH - esse serviço deve ser habilitado para que exista a possibilidade de monitorar o provedor de acesso remotamente. O ssh é a melhor alternativa ao telnet, que deixa a máquina muito vulnerável.

Requisitos de Hardware

1. Micro-Computador - Quanto mais robusta a máquina para ser utilizada como servidor, melhor. O ideal é que para cada serviço se tenha um computador, dependendo do porte que terá o provedor e de qual serviço será priorizado. Por exemplo: um computador para servidor web, outro para servidor de mail’s. Mas para um provedor de pequeno porte, em torno de 300 clientes, uma máquina somente é suficiente. A configuração ideal da máquina para um servidor único pode ser um AMD (Duron ou Athlon) ou Pentium (III ou IV) a partir de 700 MHZ, tendo um hd de 10 Gb a 40 gb (dependendo de quantas páginas serão hospedadas e quantos e-mail’s serão habilitados, lembrando que o linux ocupará apenas 2GB, no máximo, com todos os opcionais). Quanto a memória, quanto mais melhor, sendo recomendado o mínimo de 128 Mb (as estatísticas prevêem 2 Mb para cada usuário on-line, fora os serviços carregados e o servidor de mail’s trabalhando o tempo inteiro para receber e enviar mensagens, e o servidor web fornecendo requisições de páginas dentro e fora do servidor);

2. Modem’s analógicos - Logicamente, esses modem’s devem ser utilizados se o provedor for analógico, ou seja, atingirá velocidade máxima de conexão de 33.6 Kbps, enquanto que o provedor digital pode trafegar dados a 56 Kbps. Esses modem’s podem ser US robotics externos de 56 K comuns, de uso doméstico, sendo necessário um para cada linha adquirida, ou seja, cada cliente, ao se conectar, usará uma linha e um modem desses, se você tem 20 linhas, serão 20 modem’s para receber os cliente. A estatística diz que PARA CADA 10 CLIENTES CADASTRADOS, UM ESTÁ CONECTADO, ou seja, nos momentos de pico de uso, se você tem 300 clientes cadastrados, 30 estarão on-line, oscilando dois clientes, a mais ou a menos;

2. RAS (Servidor de acessos remotos) - Este equipamento estará conectado aos modem’s, portanto, se você tem 30 modem’s, o RAS terá que ter necessariamente 30 portas. Serve para autenticar os usuário e passar a conexão do cliente para o servidor web (provedor de acesso). Existe no mercado placas multi-seriais que fazem o papel de RAS, deixando todo o trabalho de autenticação para o Linux;

3. Roteador - Está conectado ao servidor e liga essa máquina ao modem colocado pela operadora de acesso, controlando assim a entrada e saída de todos os pacotes do servidor;

4. RAS/roteador/modem - Isso mesmo, existem no mercado equipamentos que trazem as três soluções agregadas. Normalmente esses equipamentos 3 em 1 permitem conexões digitais (56 Kbps), sendo que para isso, ao invés de fornecer linhas de acesso para clientes, a operadora fornecerá um tronco E1. Mas, existem também 3 em 1 analógicos, portanto, fique atento na hora de fazer essa aquisição;

5. Switch ou hub - Para interligar todos os equipamento do provedor, RAS, Router, Servidor, etc…

Pronto… Com tudo isso pronto é só contactar as operadoras de telefonia para tomar a “facada”, pois normalmente os preços de link’s ip dedicado ou frame relay são muito caros, principalmente nas cidades do interior.

O link poderá ser de 64k, 128k, 256k, etc, dependendo do número de clientes a serem captados. Normalmente um link de 64 suporta até 120 clientes. Recomendo que jamais seja preferido o frame-relay ao IP dedicado, pois, por exemplo, no caso do frame-relay de 128k, pelo fato de não ter banda garantida, em determinados momentos pode cair em 30% a sua performance, portanto, paga-se mais barato, mas não se tem garantia da qualidade dos serviços. Além do fato da maioria das operadoras não disponibilizarem mais o serviço de frame-relay.

É importante que antes de abrir o provedor seja feita uma pesquisa (questionário, de porta em porta) para estudo de viabilidade.

Simples… Apenas trabalhoso!
Autor/fonte: Eduado

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Categoria Rede - Opções de acesso rápido

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Há alguns dias, enviei um artigo com as limitações do Speedy, que corresponde ao acesso via ADSL da Telefônica. No artigo de hoje é a vez das criticas ao acesso via cabo e via rádio, que são atualmente as únicas opções disponíveis. Apesar dos defeitos, todos os serviços apresentam uma qualidade muito superior que o acesso via modem, a única questão é considerar se o custo da mensalidade vale à pena para você.

A minha opinião é que se você acessa mais de duas horas por dia, então o acesso rápido já passa a valer à pena mesmo financeiramente, já que incluídos os impostos, 2 horas de Net custam R$ 3,20 por dia na conta, vezes 25 dias por semana, são 80 reais, mais 20 reais da mensalidade do provedor, já são 100 reais, o valor da mensalidade do plano básico de qualquer um dos serviços de banda larga. Isso fora as vantagens de ficar com o telefone desocupado, acesso 24 horas, etc.

O ADSL é oferecido atualmente pela Telefonica (Speedy), Brasil Telecon (em Brasília e Curitiba) e pela CTBC (em Uberlândia e Uberaba). Como qualquer tele disposta a fazer os investimentos necessários pode oferecer o serviço, é de se esperar novas opções em breve. A principal vantagem do ADSL sobre o acesso via cabo e rádio, é o fato do link ser exclusivo, ou seja, os 256 kbps ficam à disposição do assinante, o único gargalo possível neste caso é o link do provedor.

No caso do Acesso via cabo existe o problema do mesmo cabo ser compartilhado por todos os assinantes da região. Muitas vezes o mesmo cabo passa por quase um bairro inteiro. Apesar da velocidade ser de 128 a 512 kbps por assinante, dependendo do plano, você dividirá os 30 mbps permitidos pelo cabo com todo mundo que estiver conectado ao mesmo tempo. A queixa mais freqüente dos assinantes é que o acesso é rápido no começo, mas começa a ficar lento depois que mais usuários vão aparecendo, ou que fica lento nos horários de pico. Além do cabo, também existe a possibilidade do próprio link do provedor ficar congestionado e tornar-se um novo gargalo. Entretanto, não existe o problema da conexão cair algumas vezes ao dia, como acontece com alguns assinantes do acesso via ADSL.

Segundo as normas da Anatel, para poder assinar o acesso via cabo, você também é obrigado a assinar a TV a cabo. Isto encarece um pouco a mensalidade para quem está interessado apenas no acesso, mas as operadoras oferecem planos mínimos que vão de 9 a 12 reais. Apesar de ser um gasto a mais, a facada é bem menor.

Os preços do acesso via cabo vem caindo bastante. Enquanto no ADSL a média é de 105 reais, incluindo o aluguel do modem e o provedor, já existem opções de acesso via cabo a 128 K por 46 reais (incluindo o aluguel do modem) mais a mensalidade da assinatura da TV a cabo.

O acesso do Virtua é bidirecional em todas as cidades, o Ajato por sua vez oferece acesso unidirecional ou bidirecional, dependendo do local. No acesso unidirecional ainda continua sendo necessário usar a linha telefônica, usada para upload, o que torna esta opção pouco interessante:

. http://www.virtua.com.br;
. http://www.ajato.com.br.

No caso do acesso via rádio, que vem sendo oferecido em cada vez mais cidades, é instalada uma antena no topo dos prédios. Esta antena comunica-se com a central via microondas e é usada por todos os assinantes próximos, em geral moradores do próprio prédio que são ligados à antena via cabo ou fibra óptica. Assim como no caso do cabo, existe o problema de compartilhar o mesmo link com os vizinhos, o que geralmente torna a conexão lenta nos horários de pico.

A vantagem do acesso via rádio é o fato de ser um pouco mais barato que o ADSL ou cabo, pois a empresa que instala a antena e cabos também atua como provedora de acesso, fazendo com que a mensalidade seja uma só. A desvantagem é o fato do serviço só estar disponível para prédios ou moradores próximos, dependendo também de um acordo com os moradores. Uma das empresas que oferece esta modalidade é a http://www.vant.com.br, presente em várias cidades.

Uma quarta opção que deve estar disponível em breve é o acesso via satélite, usando as mesmas antenas usada para recepção dos sinais da SKY e outras TVs por assinatura. A grande limitação do acesso via satélite é que apesar do download ser de até 386 kbps, dependendo do plano, o serviço é unidirecional, ou seja, continua sendo necessário conectar via modem para fazer o upload, mantendo o problema da conta telefônica e linha ocupada. Já existe uma tecnologia de acesso via satélite bidirecional, mas ainda é apenas uma promessa para o futuro.
Autor/fonte: Carlos E. Morimoto

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