Categoria Flash - A contribuição do Flash para a hipermídia

Posted by webmaster | Flash |


Opinião: áudio, vídeo texto e interatividade juntos trazem alto poder de envolvimento. O Flash reúne tudo isso numa única ferramenta e alguns experimentos já apontam para o que vem por aí.

Até alguns anos atrás, construir interfaces era algo para privilegiados. Hoje, muita gente com pouca habilidade em programação consegue criar interfaces inovadoras usando o Macromedia Flash. É um grande avanço nessa disciplina.

Quando conheci esse software, a facilidade de uso foi o que mais me atraiu. Já tentara antes criar interfaces com o Delphi, mas a quantidade de código necessário era frustrante. Na época não tinha intenção de explorar o mundo obscuro da programação, queria apenas comunicar através de uma interface. Por oferecer esta facilidade, o Flash ocupa uma posição importante na história das interfaces gráficas.

Muitas pessoas cometem o erro de projetar websites como software. Adicionam funcionalidades, codificam e verificam se está usável. As páginas da web podem conter softwares, mas sempre serão hipertextos. Ao invés da aplicação, que se propõe a realizar uma tarefa, o website se propõe a comunicar uma mensagem.

Então, devemos usar todas as nuances de uma interface para transmitir essa mensagem. Como na célebre frase de McLuhan: “O meio é a mensagem”. Com o Flash é possível criar interfaces mais adaptadas a essa finalidade, escapando das limitações que há em outros suportes.

Já que falamos de McLuhan, autor do livro A Galáxia de Gutemberg, vejamos o hotsite do carro Phaeton. O visitante navega por um espaço cheio de estrelas, cada uma contendo um conteúdo, seja texto ou imagem. As estrelas são ligadas visualmente por linhas que sugerem nebulosas e há links no corpo do texto. A metáfora criada não prejudica a facilidade de uso e acrescenta uma experiência marcante. E tudo isso inserido na estratégia de branding.

Se acreditarmos no que Virginia Postrel diz (em inglês, site Boxes and Arrows), fica ainda mais cabal a necessidade de usar Flash: “A forma não segue mais a função. A forma agora segue a emoção”. Para ela, vivemos a era da estética, compramos e consumimos muito em favor de embalagens bonitas e produtos fascinantes, deixando em segundo plano outras características.

O exemplo dela é convincente: Imacs. Bonitos por fora, não tão práticos por dentro para certas pessoas. Um profissional da informática talvez prefira um PC turbinado a um desses computadores que mais parecem videogames.

Donald Norman, um dos Ns do NN Group, o “time dos sonhos da usabilidade”, diz que é bom que as coisas sejam agradáveis. Encher os olhos, tocar uma música, um som na hora certa, valorizar os comandos do usuário e usar animação para suavizar uma interface e torná-la mais coerente todos são artifícios válidos para garantir uma boa experiência ao usuário. Tudo isso é muito novo, antes do Flash isso só era usado nos CD-Roms multimídia, que tiveram pouca penetração.

De qualquer forma, o momento é para ousar. Chegamos a um ponto em que a experiência em hipermídia se tornou brincadeira de adolescentes. Mais do que ter suporte para áudio, vídeo, texto e interatividade, o Flash reúne isso numa mesma ferramenta, com custo relativamente baixo. Se a tecnologia de comunicação é popular, a técnica como um todo se transforma.

Por exemplo, os weblogs nasceram como ferramentas populares e hoje são utilizados por colunistas de grandes veículos noticiosos. Na televisão aberta, a técnica de utilização de câmeras pouco mudou nos últimos 30 anos aqui no Brasil. Porém, com o recente aumento do número de câmeras de vídeo nos lares, já há influência na TV aberta. Na minissérie Os Maias, foi ao ar a primeira cena de novela gravada com uma câmera sem apoio de tripés, na mão.

Falando em televisão, fiquem atentos, porque Flash é um prelúdio do que será a TV Interativa. Mixar movimento e interação já é possível com o Flash, a limitação é o broadcast.

Interatividade

Muita gente lamenta que as crianças de hoje só querem saber de videogame, mas é importante perceber que o game sempre tem uma história e que o jogador faz parte dela. Interatividade desperta curiosidade, exploração.

Há décadas atrás, os livros-jogos fizeram muito sucesso entre crianças e adolescentes. Era um sistema rudimentar de hipertexto. Cada bloco de texto perguntava para qual próximo o leitor, ou melhor, aventureiro gostaria de ir. Na mesma época, começaram a surgir os RPGs, muito mais complexos. Hoje, estes têm versões eletrônicas, mas não substituem a aventura que se desenrola na roda de amigos.

Nessas ocasiões, todos os sentidos do jogador estão ocupados:

. Ele vê a ficha de personagem, o mapa, os dados rolando;
. Escuta as palavras do Mestre (o narrador), dos companheiros;
. Xinga, canta, se cala;
. Usa expressão corporal;
. Come algum lanche.

Além disso tudo, a imaginação vai a mil. O modelo mental que o jogador constrói é altamente complexo e ao mesmo tempo, muito próximo de sua realidade. Não é à toa que esse jogo faz sucesso.

Se queremos criar a realidade virtual, então que cada canal de entrada de dados do homem esteja plugada. O hipertexto plano oferece profundidade de informação num espaço muito compacto, mas com interatividade baixa.

Áudio e vídeo juntos ocupam mais espaço e também tempo, mas são tão imersivos que podem colar pessoas numa poltrona por horas. Se adicionarmos interatividade a esse conteúdo, temos a hipermídia, ainda mais envolvente.

Mas o que é essa interatividade afinal? Bem, isso é assunto para um artigo inteiro. O que quero ressaltar é que com o Flash, essas possibilidades aumentam. Hoje, já vemos muita experimentação no campo da interatividade visual, porém ainda não dispomos dos melhores recursos para a interatividade sonora e tátil.

Mesmo assim, dois experimentos conseguem tocar na ponta do iceberg usando o Flash: o divertido website vencedor de prêmios da Fundação Laramara (http://www.thunderhouse.com.br/awards/laramara_port) e o carrinho real controlado à distância (http://faces.bascule.co.jp/remotedriver, num experimento realizado no Japão. O primeiro cria uma experiência sonora envolvente, o segundo uma experiência tátil pobre.

Os sentidos estão sendo plugados, o Flash é um hub. Para onde vão, não sei.

Autor/fonte: Frederick van Amstel

Categoria Flash - Clique aqui para ativar este controle em arquivos SWF

Posted by webmaster | Flash |


Pessoal, estou postando aqui pois é muito chato entrar em um site feito em Flash e ter que voltar a onda do duplo clique, isso ocorre devido a uma atualização do Internet Explorer que bloqueia os arquivos SWF, para resolver o problema, basta alterar o arquivo HTML e inserir um arquivo em Javascript bem básico.

Segue um exemplo do código HTML:




Titulo



E abaixo o Javascript, que deve ser nomeado de AC_RunActiveContent.js e deve ser criada uma pasta com o nome Scripts:

function AC_AddExtension(src, ext)
{
if (src.indexOf(’?') != -1)
return src.replace(/\?/, ext+’?');
else
return src + ext;
}

function AC_Generateobj(objAttrs, params, embedAttrs)
{
var str = ‘ for (var i in objAttrs)
str += i + '="' + objAttrs[i] + '" ';
str += '>‘;
for (var i in params)
str += ‘‘;
str += ‘ for (var i in embedAttrs)
str += i + '="' + embedAttrs[i] + '" ';
str += ' >
‘;

document.write(str);
}

function AC_FL_RunContent(){
var ret =
AC_GetArgs
( arguments, “.swf”, “movie”, “clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000″
, “application/x-shockwave-flash”
);
AC_Generateobj(ret.objAttrs, ret.params, ret.embedAttrs);
}

function AC_SW_RunContent(){
var ret =
AC_GetArgs
( arguments, “.dcr”, “src”, “clsid:166B1BCA-3F9C-11CF-8075-444553540000″
, null
);
AC_Generateobj(ret.objAttrs, ret.params, ret.embedAttrs);
}

function AC_GetArgs(args, ext, srcParamName, classid, mimeType){
var ret = new Object();
ret.embedAttrs = new Object();
ret.params = new Object();
ret.objAttrs = new Object();
for (var i=0; i < args.length; i=i+2){
var currArg = args[i].toLowerCase();

switch (currArg){
case “classid”:
break;
case “pluginspage”:
ret.embedAttrs[args[i]] = args[i+1];
break;
case “src”:
case “movie”:
args[i+1] = AC_AddExtension(args[i+1], ext);
ret.embedAttrs["src"] = args[i+1];
ret.params[srcParamName] = args[i+1];
break;
case “onafterupdate”:
case “onbeforeupdate”:
case “onblur”:
case “oncellchange”:
case “onclick”:
case “ondblClick”:
case “ondrag”:
case “ondragend”:
case “ondragenter”:
case “ondragleave”:
case “ondragover”:
case “ondrop”:
case “onfinish”:
case “onfocus”:
case “onhelp”:
case “onmousedown”:
case “onmouseup”:
case “onmouseover”:
case “onmousemove”:
case “onmouseout”:
case “onkeypress”:
case “onkeydown”:
case “onkeyup”:
case “onload”:
case “onlosecapture”:
case “onpropertychange”:
case “onreadystatechange”:
case “onrowsdelete”:
case “onrowenter”:
case “onrowexit”:
case “onrowsinserted”:
case “onstart”:
case “onscroll”:
case “onbeforeeditfocus”:
case “onactivate”:
case “onbeforedeactivate”:
case “ondeactivate”:
case “type”:
case “codebase”:
ret.objAttrs[args[i]] = args[i+1];
break;
case “width”:
case “height”:
case “align”:
case “vspace”:
case “hspace”:
case “class”:
case “title”:
case “accesskey”:
case “name”:
case “id”:
case “tabindex”:
ret.embedAttrs[args[i]] = ret.objAttrs[args[i]] = args[i+1];
break;
default:
ret.embedAttrs[args[i]] = ret.params[args[i]] = args[i+1];
}
}
ret.objAttrs["classid"] = classid;
if (mimeType) ret.embedAttrs["type"] = mimeType;
return ret;
}

Autor/fonte: Leandro DS

Categoria Flash - Devo fazer meu site inteiro em Flash?

Posted by webmaster | Flash |


Adobe Flash, que já foi Macromedia Flash, Future Splash Animator e Smart Sketch, evolui desde 1993 quando sua história começou. Ele era usado principalmente para fazer animações e seu funcionamento é semelhante à outras tecnologias existentes.

Você produz a animação, jogo ou aplicação em um poderoso IDE (ambiente integrado de desenvolvimento) que é o próprio Flash. O encarregado pela execução nos micros e outros dispositivos é o Flash Player (virtual machine), que tem sua versão standalone, que pode ser embutido também em um arquivo ou, que é executado por plugins instalados nos browsers.

O IDE do Flash é um dos ambientes mais bem resolvidos e agradáveis para se trabalhar e a quantidade de recursos existentes o transformou em uma poderosa ferramenta de criação de aplicações completas. Muito longe de produzir apenas simples animações, hoje é possível fazer sistemas inteiros inclusive com streaming de vídeo, compartilhamento de componentes e reutilização de códigos.

Com todo esse poder em mãos e um aliado fortíssimo que é a quantidade de usuários que tem o plugin instalado em seu micro, surge a dúvida que é tema de mega discussões na web. Devemos fazer sites inteiros em Flash?

Bem, a pergunta gera discussão óbviamente porque não tem uma resposta simples e direta. Eu costumo dizer que você deve fazer seu site do jeito que achar melhor e mais fácil, desde que o resultado seja excelente e que, principalmente, você tenha cuidados com acessibilidade, usabilidade e performance.

Um problema que deveria ser a principal preocupação de quem trabalha com essa tecnologia é o fato dos sites produzidos serem extremamente difíceis de serem indexados pelos mecanismos de busca. Na verdade, pensar dessa forma chega a ser um erro pois é totlamente possível contornar esse tipo de problema usando técnicas de CSS, XHTML e carregamento dinâmico de conteúdo.

Um outro tipo de problema é a acessibilidade. Imagine que o site que você produziu está sendo visitado por um deficiente visual que usa para navegação um programa que lê o HTML da página. Se no HTML você simplesmente colocar uma chamada para o swf, o programa não irá ler nada.

Neste caso você precisa, ou melhor, deve, além da chamada para o Flash, colocar o conteúdo em XHTML de forma oculta. Isso faz com que o deficiente visual consiga tirar algum proveito do seu site e ainda, permite que os mecanismos de busca achem e indexem seu conteúdo. Não esqueça também de tomar cuidados com a navegação, lembrando dos botões de voltar a avançar dos navegadores.

A conclusão é: use desde que você tome os devidos cuidados para que seu site seja acessível por tudo e por todos e que você realmente faça com que a experiência do visitante seja muito melhor do que se fosse produzido com HTML ou outra tecnologia.

Autor/fonte: Rodrigo Leme

Page 1 of 1012345»...Último